Thrash Metal: Os 35 Melhores Álbuns da História – Parte III

E aí headbangers, beleza?? Agora que você já curtiu a pancadaria na Parte I e na Parte II com os melhores álbuns do Thrash Metal da história, vamos a parte III de nossa lista!

Nesta lista, continuamos com a porrada e te damos mais 10 álbuns que entraram para a história do Metal Pesado. Tem Sodom, Kreator, Megadeth e muita coisa boa!!

Vamos então à terceira e ultima parte da lista com os 35 melhores álbuns da historia do Thrash Metal! Enjoy!

SODOM – AGENT ORANGE (1989)

O Sodom é conhecido como o terceiro pilar do thrash metal germânico, juntamente com Destruction e Kreator, e neste terceiro álbum após Obsessed by Cruelty (1986) e Persecution Mania (1987), conseguiram definir o seu ataque sônico traduzido perfeitamente neste clássico do metal alemão, que tem como temática a guerra do Vietnã retratada na arte de capa, em um ataque bélico do mix de herbicidas conhecido como agente laranja. Agent Orange pode ser considerado como o divisor de águas na carreira da banda, fundamentado na entrada do ótimo guitarrista Frank Blackfire, que teve exatamente o mesmo papel que Andreas Kisser teve no Sepultura (as bandas excursionaram juntas no mesmo ano na Europa, com os brasileiros divulgando o Beneath the Remains), ou seja, trouxe a mudança de estações para o Sodom, agregando uma pegada mais técnica e limpa, com senso melódico e cadência, mas sem abrir mão da brutalidade característica do power trio, completado pelo eficiente Tom Algelripper (Baixo e Vocal) e o excelente Chris Witchunter (Bateria). Podem ser citadas como destaques deste clássico: Agent Orange, Remember the Fallen, Magic Dragon e Baptism of Fire.

Tracklist:
Agent Orange, Tired and Red, Incest, Remember the Fallen, Magic Dragon, Exhibition Bout,
Ausgebombt, Baptism of Fire, Don´t Walk Away.

ANNIHILATOR – ALICE IN HELL (1989)

Surge no final dos anos 80, uma das bandas mais diferenciadas do thrash metal, diretamente de Ottawa no Canadá, o Annihilator é o produto de muito trabalho e persistência do prodígio guitarrista Jeff Waters, um gênio que durante cinco anos viu o thrash metal nascer, crescer e explodir, gravando algumas demos e praticando o instrumento à exaustão, até juntar o time que ideal para conseguir contrato com a emergente gravadora americana Roadrunner, fazendo parte do cast de novos talentos como Sepultura, Sacred Reich e Obituary, e lançando um dos álbuns mais importantes de toda a história do thrash metal, o clássico eterno Alice In Hell, que foi o álbum de estréia da Roadrunner que mais vendeu na época, com a vendagem de 250.000 cópias, sendo superado somente seis anos depois pelo Machine Head (Burn my Eyes), que não constitui-se um genuíno álbum de thrash metal. Um dos pontos que diferenciam o Annihilator das demais bandas da época, é o nível de produção e clareza, com todos os instrumentos audíveis, límpidos, porém tudo soando extremamente agressivo e coeso, com um groove inédito no thrash metal, onde a banda usa e abusa de mudanças de andamentos, exibindo um exímio senso melódico e paradinhas mortais de bateria, em sintonia com um intenso double-bass de tirar o fôlego do ouvinte. A abertura do álbum é um deleite para o público metalhead, com a intro Crystal Ann, dedilhada no violão de cordas de nylon ao melhor estilo clássico barroco, que prepara terreno para o maior clássico da banda, Alison Hell, que pega na primeira audição com a energia estupenda, em um thrash visceral cirurgicamente técnico, sendo realmente o grande destaque do álbum, que permeia a agressão do Slayer no rifferama incessante com a melodia do Iron Maiden nos solos dobrados de Jeff Waters, que obteve destaque, inclusive sendo chamado várias vezes para integrar o Megadeth, que estava gravando o Rust In Peace.

Trackist:
Crystal Ann, Alison Hell, W.T.Y.D., Wicked Mystic, Burn Like a Buzzsaw Blade, Word Salad, Schizos (Are never Alone – Part I & II), Ligeia, Human Insecticide.

KREATOR – EXTREME AGRESSION (1989)

O Kreator sempre mostrou ser uma banda efetiva desde o início de sua carreira, com uma sequência fulminante de álbuns como Endless Pain (1985), Pleasure to Kill (1986) e Terrible Certainty (1987), chegando em Extreme Aggression na sua melhor expressão do estado da arte, com todos os músicos no comando da doutrinação thrasher, exibindo com maestria qualidade sonora e agressão técnica, oriundas de todo o aprendizado dos albuns antecessores, que mostraram-se fundamentais para a mega evolução dos alemães. Pode ser percebida uma aproximação do som do Kreator, ao thrash metal praticado pelas bandas californianas da segunda geração como Forbidden, Heathen, e principalmente o Vio-lence, que o próprio Mille Petrozza (Vocal e Guitarra) admite ter sido bastante influente neste mix intercontinental, ouvindo bastante o álbum Eternal Nightmare (1988), e na sequência parindo esta obra-prima da “agressão extrema”. Não há como não aderir ao headbanging em pedradas como Extreme Aggression, No Reason to Exist, Some Pain will Last, Betrayer, Don´t Trust e Bringer of Torture, todas com a força motriz gerada pelo grande baterista Jürgen Ventor, que neste álbum comanda a brutalidade com bastante força e extremismo tanto nas batidas mais rápidas, quanto na cadência, brilhando em uma performance perfeita, assim como toda a banda presenteia o ouvinte com o melhor do metal europeu.

Tracklist:
Extreme Aggression, No Reason to Exist, Love Us or Hate Us, Stream of Consciousness, Some Pain will Last, Betrayer, Don´t Trust, Bringer of Torture, Fatal Energy.

PANTERA COWBOYS FROM HELL (1990)

No meio do ano de 1990 a cena thrash metal experimentava seu auge absoluto, onde todas as bandas relevantes do cenário se encontravam em grande gravadoras, com excelente suporte para suas produções de tours, grande destaque na mídia através de videoclipes, disseminados e popularizados na MTV, e com um público fidelizado ao estilo, numa crescente na razão de uma progressão geométrica. Pensar que no meio deste frisson thrasher, uma banda oriunda do glam metal e migrando para o thrash metal, pudesse causar um estrondo cataclísmico, tamanho foi o impacto de Cowboys from Hell no universo thrash metal mundial. Era um thrash metal totalmente fora dos padrões, com um peso extremamente abissal que causa transtornos psicológicos ao ouvinte, logo na primeira audição, devido a mão pesada e certeira do magnífico e inesquecível guitarrista, Dimebag Darrel, dono de uma distorção, punch, palhetadas, solos e alavancadas além de seu tempo, exibindo toda a selvageria neste álbum como em Primal Concrete Sledge, uma música instrumental de 2:13 min que doutrina a nova ordem do thrash metal, abusando dos “truques do concreto primário” (flertando com o peso colossal e massivo das guitarras), de uma brutalidade técnica e com groove único, mostrando ao metal novos caminhos. O time do Pantera se completa com os geniais Phil Anselmo (Vocal), Vinnie Paul(Bateria) e Rex Brown (Baixo), que formaram uma das bandas mais amadas e respeitadas no metal, por principalmente manter a chama do metal acesa durante a explosão do grunge nos anos 90, e se manteve fiel ao peso descomunal que perpetuava “espalhando a doença”. Pauladas na moleira como nos mísseis Heresy, Clash with Reality, Message in Blood e The art of Shredding, fazem o Pantera preparar a máquina para novas intervenções divinas, iniciadas em Cowboys from Hell. Todas as músicas deste clássico são essenciais e fundamentais para a música pesada, com um grande e inestimável legado para o metal.

Tracklist:
Cowboys from Hell, Primal Concrete Sledge, Psycho Holiday, Heresy, Cemetery Gates, Domination, Shattered, Clash with Reality, Medicine Man, Message in Blood, The Sleep, The Art of Shredding.

FORBIDDEN – TWISTED INTO FORM (1990)

Apesar de todo o sucesso de público e crítica do And Justice for All do Metallica, lançado no final de 1988, que definitivamente consolidou o estilo thrash metal no planeta, colocando a arte do debulho (thrash) em outro patamar; particularmente considero o ano de 1990, como o melhor do thrash metal da história. Tal afirmação pode ser confirmada por obras primas da música, do quilate de Seasons in the Abyss (Slayer), Megadeth (Rust in Peace), Pantera (Cowboys from Hell), Vio-lence (Oppressing the Masses), e deste clássico Forbidden (Twisted Into Form). A banda californiana que já surgira como uma bomba na cena do thrash, se destacando com o álbum anterior Forbidden Evil, neste álbum demonstra uma evolução sonora poucas vezes vistas no mundo do metal (menos de um ano e meio de diferença em relação ao primeiro álbum). A entrada do guitarrista Tim Calvert, no lugar do ótimo Glen Alvelais, contempla a banda com uma sonoridade mais melódica e progressiva, com diversas intervenções acústicas, uma produção mais limpa, com um som nitidamente menos carregado e agressivo que Forbidden Evil, mas não menos instigante e cativante. O novo núcleo criativo da banda agora formado pelo trio Craig Locicero (Guitarra), Paul Bostaph (Bateria) e o novato Tim Calvert, exalam talento e brilho por todo o perímetro sônico desta obra de arte vanguardista, desde a intro dedilhada clássica Parting of the Ways, seguida pelos bombardeios thrash de Infinite e Out of Body (Out of Mind), com a cadência motora de Twisted Into Form e R.I.P, com refrões mortais e épicos de Russ Anderson (que brilha em todo o álbum com linhas vocais inspiradíssimas, mesclando potência e harmonia), e encerrando de forma arrebatadora pelas progressivas e viajantes Tossed Away (melhor refrão do álbum) e One Foot in Hell, com um dos mais magníficos duelos de guitarras da história do metal. Tudo neste álbum transcende a perfeição.

Trackist:
Parting of the Ways, Infinite, Out of Body (Out of Mind), Step by Step, Twisted Into Form,
R.I.P., Spiral Depression, Tossed Away, One Foot in Hell.

VIO-LENCE – OPRESSING THE MASSES (1990)

O nome Vio-lence é sinônimo de thrash metal agressivo, visceral, incessante, veloz, técnico, um genúino esmaga-crânios como a própria arte de capa deste álbum sugere, e reúne todos os elementos para visualizar aquele movimento mágico, e de tantos talentos que surgiram no fim dos anos 80 nos Estado Unidos, mais precisamente na Bay Area (Califórnia), e tem relação direta com as bandas Forbidden e Machine Head; a primeira consiste no fato de Robb Flynn (Guitarrista) ser um dos fundadores, antes de integrar a máquina thrash Vio-lence, e a segunda, pelo fato de ser a atual banda da principal dupla de criação dos opressores das massas, formada pelo próprio Robb Flynn (Vocal/Guitarrista) e Phil Demmel (Guitarrista), também membros fundadores, reeditando a parceria de sucesso mostrada neste clássico do metal pesado americano Oppressing the Masses. A banda já havia demonstrado no álbum anterior Eternal Nightmare, seu poder de fogo, que se perpetuou neste álbum com a mesma pegada do anterior, trazendo uma produção melhor acabada, um som pouco menos corrido e com uma eficiente cadência progressiva, digamos uma espécie de Slayer mais veloz e abrupto, sem espaço para intervenções melódicas e experimentações, que pudessem descaracterizar a sonoridade devastadora desse rolo compressor do thrash metal. Oppressing the Masses é a síntese do thrash metal americano da Bay Area dos meados dos 80, onde todas as músicas têm seus atrativos sempre cativantes ao ouvinte, porém não há como não citar a faixa World in a World, imortalizada por um dos melhores videoclipes já feitos no metal mundial. Ítem Obrigatório. Nota 10.

Tracklist:
I Profit, Officer Nice, Subterfuge, Engulfed by Flames, World in a World, Mentally Afflicted,
Liquid Courage, Oppressing the Masses.

MEGADETH – RUST IN PEACE (1990)

Logo após períodos de internações em clínicas de reabilitação para recuperar a sobriedade, declinada ao longo da tour do bem sucedido álbum anterior, So far…So Good…So What?, Dave Mustaine (Vocal/Guitarra/Líder), não somente consegue reformar a banda com os inesquecíveis Marty Friedman (Guitarra), que já tinha status de guitar hero virtuoso no meio hard´n´heavy, destacando-se com a banda Cacophony, porém sendo uma incógnita em relação à sua postura e adaptação ao thrash metal, e o então desconhecido baterista Nick Menza, que simplesmente remetem o Megadeth a um patamar musical vasto e rico, jamais experimentado antes pela dupla fundadora, os xarás Dave Mustaine e Dave Ellefson (Baixo). Tudo em Rust in Peace é acima de seu tempo, a começar pela estupenda arte de capa, totalmente inserida no contexto geopolítico mundial flertando com os segredos de estado, em relação à existência de extraterrestres no planeta. O álbum já começa como uma explosão de adrenalina chamada Holy Wars…The Punishment Due, que juntamente com Hangar 18, com sua empolgante veia hardrock, são duas das músicas mais clássicas do Megadeth, e nunca podem faltar a nenhum setlist da banda até os dias atuais, contempladas por Take No Prisioners, uma pancada speed thrash como somente o Megadeth sabe fazer, formando a melhor sequência de abertura da banda. Esta formação do Megadeth é notoriamente a mais lembrada e imortalizada, com Rust in Peace sendo considerado um dos maiores álbuns de metal de todos os tempos, independente do estilo ou subdivisão do gênero, onde todos os músicos brilham em demasia, levando o ouvinte ao êxtase.

Tracklist:
Holy Wars…The Punishment Due, Hangar 18, Take No Prisioners, Five Magics, Poison was
the Cure, Lucretia, Tornado of Souls, Dawn Patrol, Rust in Peace…Polaris.

SLAYER – SEASONS IN THE ABYSS (1990)

Pouco antes de sair em tour com as bandas Megadeth, Anthrax e Testament (divulgando os respectivos álbuns Rust in Peace, Persistence of Time e Souls of Black), na tour Clash of the Titans, o Slayer consegue lançar um dos melhores álbuns de metal da história. Seasons in the Abyss é a perfeita síntese de toda a carreira da banda até aquele momento, com a banda mesclando com maestria e musicalidade os quatro álbuns anteriores, numa espécie de equilíbrio entre a brutalidade e velocidade de Reign in Blood, com a cadência progressiva de South of Heaven, com altas doses de feeling e melodia nas bases e solos, em um trabalho de guitarra fenomenal e distinto das demais bandas de thrash da época, exibindo certa elegância extrema e malícia dos metres Kerry King e Jeff Hanneman, sendo senhores absolutos do rifferama thrash mundial. O reich do thrash metal USA é aqui contemplado pela cozinha mortal de Tom Araya, com linhas vocais perfeitas em letras viajantes, e a volta de alguns de seus famosos screams mais agudos, completado pelo destaque maior do álbum, o baterista Dave Lombardo, que neste álbum se consolida como um dos melhores músicos do mundo, colocando todo seu talento e brilhantismo em uma virtuosa performance, com batidas tribais, viradas e contra tempos na velocidade da luz, além de doutrinar a arte dos dois bumbos como ninguém, sendo considerado fundamental e influência máxima de inúmeros bateristas do metal extremo atual. Seasons in the Abyss é o magnum opus do Slayer, com a faixa título sendo representada pelo antológico videoclipe, talvez o melhor visualmente em riqueza de imagens de toda a história do heavy metal.

Tracklist:
War Ensemble, Blood Red, Spirit In Black, Expendable Youth, Dead Skin Mask, Hallowed
Point, Skeletons of Society, Temptation, Born of Fire, Seasons In the Abyss.

OVERKILL – HORRORSCOPE (1991)

Se no álbum anterior, o igualmente clássico The Years of Decay (1989), o Overkill tinha definido seu patamar de sonoridade, galgada em arrasa quarteirões do quilate de Nothing to Dying For, Birth of Tension, Who Tends the Fire e Evil Never Dies, além da qualidade harmônica da balada The Years of Decay; a banda segue o mesmo estilo em Horrorscope, porém com uma produção superior, além da entrada da fantástica dupla de guitarristas formada por Rob Cannavino e Merrit Gant, que neste play se completam perfeitamente tanto nas bases, com palhetadas descomunais, e na divisão democrática dos solos, criando uma atmosfera distinta dos álbuns anteriores, onde a banda contava com somente um guitarrista (Bobby Gustafson) na sua line up, sendo um dos principais destaques do álbum, ao lado da absurda performance do baterista Sid Falck, que em Horrorscope entrou definitivamente para o time dos melhores bateristas do thrash, ao lado de Dave Lombardo (Slayer), Lars Ulrich (Metallica) e Charlie Benante (Anthrax), com uma pegada cirúrgica, demonstrando uma destreza fora do comum para os padrões thrash metal da época. Em um álbum tão perfeito e brilhante, onde tudo está no seu devido lugar, ousa-se destacar pauladas do nível de Coma, Infectious (melhor momento de Sid Falck), Thankx for Nothing, Bare Bones, New Machine, Live Young…Die Free e Nice Day for a Funeral. Como não poderia ser diferente, Horrorscope acaba de forma arrebatadora com a épica balada Soulitude, uma das mais belas canções que uma banda de thrash metal escreveu na história do estilo.

Tracklist:
Coma, Infectious, Blood Money, Thankx for Nothing, Bare Bones, Horrorscope, New
Machine, Frankenstein, Live Young…Die Free, Nice Day for a Funeral, Soulitude.

SEPULTURA – ARISE (1991)

Depois de aparecer definitivamente para o mundo com o bem sucedido álbum anterior Beneath the Remains, e cravar seu nome no cenário internacional, com suporte da gravadora americana Roadrunner e mídia especializada, turnê europeia com o Sodom, e experimentar pela primeira vez na carreira, vários shows como headliner pelos EUA, a banda imigra para América de vez, e prepara material para atingir um raio maior de seguidores na cena thrash mundial, assim sendo, o Sepultura consegue atingir em Arise seu estado de arte, presenteando os fans com o melhor álbum da história do metal nacional de todos os tempos. Se no álbum anterior a banda ainda distribuía a saraivada death/thrash com o peculiar modo latino americano, com muita velocidade e agressão, em Arise a banda já demonstra uma evolução técnica inacreditável de todos os músicos, apresentando uma produção sonora impecável, onde a banda soa como senhora de todas as ações, debulhando a arte do thrash metal com novos elementos tribais no som, tal como um senso melódico mais refinado que seus álbuns antecessores, consolidando o Sepultura como uma das bandas emergentes mais importantes do cenário thrash ao lado principalmente do Pantera. Podemos dizer que Arise é um perfeito mix dos álbuns Schizophrenia e Beneath the Remains, extraindo os melhores elementos destes petardos, com um produto final extremamente dentro dos padrões das grandes bandas de metal do mundo, tanto na produção como na execução das músicas. Todas as músicas são destaque e se completam, em um setlist equilibrado e sempre numa crescente, que credenciam Arise como a maior obra prima do metal nacional de todos os tempos.

Tracklist:
Arise, Dead Embryonic Cells, Desperate Cry, Murder, Subtraction, Altered State, Under Siege
(Regnum Irae), Meaningless Movements, Infected Voice.

 

E ai, gostou de nossa lista? Fique ligado que em breve teremos a continuação deste post com os 35 melhores albuns da historia do Thrash Metal!

 

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3 thoughts on “Thrash Metal: Os 35 Melhores Álbuns da História – Parte III

  1. Renaldo g Távora says:

    grande trabalho e de total responsabilidade em detalhes dos melhores momentos deste ritmo musical de primeira qualidade grande abraço mestre André nideck

  2. Alinne says:

    Muito boa essa matéria! Para mim a melhor banda é Megadeth, no quesito composições e letras, e o Kreator no quesito extremo agressivo, ahh tem tantas variedades dentro do thrash metal, para todos os gostos, por isso que é o melhor estilo na minha opinião, amo demais.,.Thrash till death!! Valeu .\,,/

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