Thrash Metal: Os 35 Melhores Álbuns da História – Parte II

E aí, curtiu a Parte I de nossa lista dos Melhores Álbuns do Thrash Metal da História?

Nesta lista, continuamos com a pancadaria e te damos mais 10 álbuns que entraram para a história do Metal Pesado. Bandas como Nuclear Assault, Desctruction, Dark Angel e até os brasucas do Sepultura constam nesta lista!

Vamos então à segunda parte da lista com os 35 melhores álbuns da historia do Thrash Metal! Enjoy!

Dark Angel – Darkness Descends (1988)

No dia 17 de novembro de 1986, a banda americana de Los Angeles, Dark Angel, lança seu segundo álbum de estúdio, e o melhor de toda sua discografia, o destruidor Darkness Descends, que ao lado de Reign In Blood (Slayer) do mesmo ano, contém o tutorial da brutalidade máxima da cena thrash metal americana dos anos 80. Pode se dizer com segurança, que em diversos momentos deste play, encontra-se mais radicalismo e fogo que o Reign In Blood, principalmente na velocidade absurda das palhetadas insanas do principal compositor da banda, o guitarrista Jim Durkin, que ao lado de Eric Meyer destilam uma saraivada descomunal de riffs na velocidade da luz, e solos abissais com muito extremismo. A banda era conhecida na cena americana como L.A. Caffeine Machine (Máquina de Cafeína de Los Angeles), devido à velocidade desenfreada e nervosa de sua música, tendo como grande responsável pela massa bruta californiana, o exímio baterista Gene Hoglan que fez sua estréia neste álbum, contribuindo para que a banda atingisse um novo patamar, com sua técnica, categoria e rapidez, que o credenciaram como um dos melhores bateristas da história do metal mundial. O vocalista Don Doty é um show a parte, com linhas vocais agressivas e absurdamente rápidas, com uma certa influência de Ronnie Galetti (Nasty Savage), aumentando consideravelmente o nível de adrenalina do álbum. Merecem destaque, as faixas: Darkness Descends, Merciless Death, e a mítica Black Prophecies, maior destaque do álbum, resumindo em 8 minutos e meio, todo o poderio bélico e devastador da máquina Dark Angel.

Tracklist:
Darkness Descends, The Burning of Sodom, Hunger of the Undead, Merciless Death, Death Is
Certain (Life Is Not), Black Prophecies, Perish In Flames.

SEPULTURA – SCHIZOPHRENIA (1987)

A data de 30 de outubro de 1987 jamais será esquecida pelos headbangers brasileiros, pois neste ano corrente em que esse marco da música pesada nacional completa 30 anos de existência, pode-se afirmar com tranquilidade que se trata do divisor de águas do metal brasileiro. Depois de lançar dois álbuns, Bestial Devastation (EP/Split) e Morbid Visions, com uma sonoridade suja e influências diretas de bandas como Venom, Celtic Frost, Possessed e Dorsal Atlântica, neste álbum a banda recebe a aquisição do novo e fundamental elemento que faltava ao escrete canarinho, o excelente guitarrista Andreas Kisser, grande responsável pela mudança de sonoridade baseada na fusão Death/Thrash, estilo difundido por bandas como Kreator, Slayer, Sodom e Death, que era a tendência daquele momento na cena mundial mais extrema do metal, imprimindo melodia, riffs e solos muito mais técnicos, inexistentes até então na banda, além de composições marcantes para os padrões nacionais da década de ouro, incluindo também brilhantes inserções de efeitos de teclado, a cargo do então desconhecido Henrique Portugal (atual Skank), dedilhados viajantes, e inclusive uma música instrumental épica, influenciada pelo Ride the Lightning (Metallica) e Blizzard of Ozz (Ozzy Osbourne), a apoteótica peça Inquisition Symphony, um dos maiores destaques do Schizophrenia. Uma curiosidade histórica deste clássico nacional, é de deter o título de primeiro vinil nacional com capa dupla, que diante de todas as qualidades e predicados citados nesta resenha, o atemporal Schizophrenia mudou todo o cenário da música pesada do Brasil, e preparou terreno para o Sepultura alcançar o mercado internacional.

Tracklist:
Intro, From the Past comes the Storms, To the Wall, Escape to the Void, Inquisition
Symphony, Screams Behind the Shadows, Septic Schizo, The Abyss, R.I.P. (Rest in Pain).

Anthrax – Among the Living (1987)

O terceiro álbum do Anthrax, Among the Living, pode ser considerado um verdadeiro e autêntico santo graal do thrash metal, que ao lado do Master of Puppets (Metallica), Reign In Blood (Slayer) e Rust In Peace (Megadeth), constituem o big four do thrash mundial. No álbum anterior Spreading the Disease, a banda ainda lapidava sua sonoridade, enquanto que neste álbum a banda acertou a mão, em composições ricas nas suas estruturas, definitivamente definindo seu som, com um timbre de guitarra “gordo” e “seco”, decorrente do hardcore (crossover), produzindo um groove diferente das bandas de thrash da época, a cargo do mestre das palhetadas Scott Ian, solos melódicos bem colocados do brilhante Dan Spitz, contemplados pela avassaladora cozinha formada pelo exímio baterista Charlie Benante, um dos pioneiros do famoso “blasting beat” (usado incessantemente pelo metal extremo posteriormente), além de ter sido compositor de vários riffs de guitarra do álbum, e seu sobrinho, o excelente baixista Frank Bello, com muita influência do mestre Steve Harris (Iron Maiden), com muita técnica e presença de palco arrebatadora. Completando o time de Nova York, temos o grande vocalista Joey Belladonna, que neste play se consolida como um dos maiores do thrash de todos os tempos, com uma performance de tirar o fôlego, presenteando o ouvinte com linhas de canto agressivas e refrões memoráveis, em todas as faixas deste magnífico e irretocável clássico americano do thrash metal.

Tracklist:
Among the Living, Caught in a Mosh, I am the Law, Efilnikufesin (N.F.L.), A Skeleton In the
Closet, Indians, One World, A.D.I./Horror of it All, Imitation of Life.

TESTAMENT – THE NEW WORLD ORDER (1988)

Quando chegamos ao ano de 1988, o movimento thrash metal já está dissociado, e amplamente degustado por legiões de metalheads, distribuídos em n bases por todo o perímetro global, sendo que as bandas pioneiras e relevantes do cenário já se encontram em grandes gravadoras, com excelentes orçamentos, numa fase pré mainstream, lançando videoclipes na MTV, vendendo milhões de álbuns, e fazendo grandes turnês pelo planeta, digamos “espalhando a doença”, como sugere a capa deste álbum fantástico. Neste caso em especial, temos o nascimento do maior clássico da segunda geração do thrash metal americano, com um cast formidável, formado por bandas como Death Angel, Forbidden, Vio-lence, Sacred Reich, Laaz Rockit, Faith or Fear, Exhorder, Heathen, Evildead, dentre outras. O disco já chama a atenção do ouvinte logo na intro de Eerie Inhabitants, com seu dedilhado etéreo e instigante de Eric Peterson, em sinergia com os arpegios limpos e virtuosos do mago das seis cordas, Alex Skolnick, que aqui e ao longo do álbum, mostra muito conhecimento técnico e originalidade, e senso melódico acima da média, em abundância nas faixas instrumentais “Hypnosis” e “Musical Death (a Dirge), se consolidando como um dos melhores músicos, desta segunda geração de bandas do thrash metal americano. Os vocais do genial Chuck Billy são um caso distinto, pois o descendente de índios Pomo (reserva de Oakland, Califórnia), não economiza nos screams, com malícia, técnica e potência única, passeando por linhas vocais limpas, rasgadas e guturais, além de conduzir refrões apoteóticos e inesquecíveis, enfim um dos músicos mais carismáticos do metal. A bateria de Louie Clemente é mais reta que o comum para o padrão thrash, mas não deixa de ser eficiente para o time, que é completado por Greg Christian, que segura o peso e arrisca fraseados marcantes, como no meio de Disciples to the Watch, talvez o maior clássico da banda.

Tracklist:
Eerie Inhabitants, The New Order, Trial by Fire, Into the Pit, Hypnosis, Disciples of the Watch,
The Preacher, Nobody´s Fault, A Day of Reckoning, Musical Death (a Dirge).

Nuclear Assault – Survive (1988)

Exatamente dois anos após ser batizada na cena thrash metal americana, com o bombástico álbum de estréia Game Over, o Nuclear Assault surgia como uma novidade para o estilo, já que executava um thrash metal visceral, técnico e cristalino, fundido com maestria com o hardcore punk despojado. O grupo oriundo de New York, terra natal da banda, conterrâneos do Anthrax, da qual o baixista Dany Lilker foi um dos fundadores e ex membro, tendo gravado o primeiro álbum Fistful of Metal. Um dos lemas da banda era “hardcore for metalheads ” metal for punks” que levantava a bandeira do crossover (thrash + hardcore), pregando principalmente a tentativa de união entre os estilos metal e o punk, até então sempre rivais históricos. Neste segundo álbum o Nuclear Assault faz uso de uma melhor produção, e usa como base de composição, músicas que foram destaques do primeiro disco, como: Sin, Nuclear War, Stranded in Hell e Radiation Sickness. Ouvindo atentamente o play, consegue-se perfeitamente distinguir esse crossing-over de estilos, com um mix de influências que vão desde Metallica (Kill em All) e Celtic Frost (Morbid Tales), até um hardcore punk como o Terveet Kädet, ou seja, uma perfeita e incomum colisão de estilos. Merecem destaques neste sincretismo thrasher, as faixas: Brainwashed, Survive, Fight to be Free e Great Depression.

Tracklist:
Rise from the Ashes, Brainwashed, F#, Survive, Fight to be Free, Got Another Quarter, Great
Depression, Wired, Equal Rights, PSA, Technology, Good Times Bad Times.

MEGADETH – SO FAR, SO GOOD, SO WHAT… (1988)

Após a bela resposta de público e mídia em relação ao álbum anterior, segundo da banda, Peace Sells …but Whos Buying?, onde o Megadeth realmente moldou o seu estilo de fazer thrash metal, usando como base de composição para futuras inserções musicais, as músicas: Wake Up dead, The Conjuring, Peace Sells, Devil Island e Good Mourning/Black Friday. O Megadeth neste terceiro álbum já se encontra no cast de uma gravadora major, a famosa Capitol Records, conseguindo atenção e apoio dos meios de comunicação (MTV), planejando turnês pelos quatro cantos do mundo, e com grande base de fans numa crescente, tanto que este álbum, para a felicidade dos geral dos headbangers brasileiros, foi lançado praticamente simultaneamente também no Brasil em 1988. Como a arte de capa já sugere ao ouvinte, teremos muitos tiros de metranca direto do frontline, representado pelo mascote Vic Rattlehead empunhando sua retalhadora. Onde o papel de retalhador e protagonista, se traduz diretamente na figura do excepcional Dave Mustaine, excelente guitarrista e compositor (participou integralmente da criação do Kill em All do Metallica, na qual foi fundador e ex-membro, e expulso por excesso de alcoolismo em 1983), que neste play mostra todo o seu talento em um thrash metal de excelência, a começar pela faixa de abertura Into the Lungs of Hell, onde a impressão é a de estar em uma frente de batalha, dentro dos pulmões do inferno, tamanha destreza e categoria de todos os músicos neste arrasa quarteirão, uma verdadeira blitzkrieg instrumental. Impressionante mesmo é que mesmo dentro desse reich do thrash metal, com tiros e bombas para todas as direções, o maior destaque do álbum é a “balada” In My Darkest Hour, que dispensa qualquer comentário tamanha sua beleza e brilhantismo, que se propaga no que o Megadeth ainda viria a realizar dentro de sua espinhosa, mas mega vitoriosa carreira.

Tracklist:
Into the Lungs of Hell, set the World Afire, Anarchy in the U.K., Mary Jane, 502, In My
Darkest Hour, Liar, Hook in Mouth.

SLAYER – SOUTH OF HEAVEN (1988)

Depois do sucesso absoluto do álbum anterior Reign In Blood, sendo a primeira banda de metal extremo de um híbrido thrash/death metal a figurar nas paradas de álbuns da Billboard 200, principal indicador de audições e vendagens no mercado americano, ganhando disco de ouro anos depois, e conquistando notoriedade como uma das maiores bandas de thrash metal do planeta, naquele momento juntamente com o Metallica, Anthrax, e pouco tempo depois também com a presença do Megadeth. Na época, na primeira audição realmente foi difícil assimilar a sonoridade da banda, o Slayer diminuiu drasticamente a velocidade, e o som ficou mais cadenciado e mais arrastado que o habitual. Esta mudança inesperada no som, provocaram “êxodos pontuais” dos fans mais radicais, que não admitiram a banda digamos, descer para o sul do paraíso “freando” sua vocação para a velocidade, sem os screams agudos e malvados de Tom Araya. Mas sejamos justos, o Slayer estava certo, e mostrou que nem só de velocidade vive o thrash metal, oferecendo ao ouvinte logo na entrada a apoteótica introdução de guitarras de South of Heaven, que descamba para a pancadaria “controlada”, que se estende e permeia-se por toda a obra, a progressiva cadência do peso deste clássico dos anos 80, que não só fundamentaria uma base sólida musical, tanto na parte lírica como nas construções dos riffs da máquina, que se seguiria ao longo de toda a  carreira. Com um artefato de tal magnitude e importância pelo vanguardismo, fica difícil encontrar destaques, mas dentre os quais, podemos apontar: (I) o trabalho de guitarras da famosa dupla Kerry King e Jeff Hanneman, sempre brilhante no rifferama, coesos e cirúrgicos, já desenvolvendo solos melhores, mas sempre dentro do estilo da banda; (II) o magnífico e irrepreensível trabalho de bateria de Dave Lombardo, que neste play se consagra definitivamente como um dos melhores e mais criativos do thrash metal, sendo respeitado e reconhecido por público é mídia, como um músico de elite.

Tracklist:
South Of Heaven, Silent Scream, Live Undead, Behind the Crooked Cross, Mandatory Suicide,
Ghosts Of War, Read Between the Lies, Cleanse the Soul, Dissident Aggressor, Spill the
Blood.

FORBIDDEN – FORBIDDEN EVIL (1988)

No final de 1988 a Bay Area de San Francisco,Califórnia, surge para o mundo uma das bandas mais talentosas bandas do thrash metal de todos os tempos, a magistral Forbidden, com um dos melhores, senão melhor debut álbum (primeiro disco) da história do estilo, pelo poder de fogo, agressão, maestria e qualidade, com que este time de craques conduziu este diamante bruto chamado Forbidden Evil. A banda faz parte da segunda geração do thrash metal americano, o genuíno thrash Bay Area, são da mesma linhagem do Exodus, Testament e Vio-lence (tendo Rob Flynn, Machine Head, como fundador e ex-membro, tendo contribuído em algumas composições do Forbidden Evil), mas com um senso melódico e técnico mais apurado, algo como um mix de Slayer, Exodus e Judas Priest, com um nível de adrenalina maior. Todos os músicos são acima da média, a começar pela fantástica dupla de guitarristas Craig Locicero, compositor tecnicamente perfeito, juntamente com Glen Alvelais, um monstro da agressão tanto nos riffs quanto nos solos, a se destacar o antológico de Through Eyes of Glass, música que ao lado de Chalice of Blood, já foram paridas como clássicos. A massa bruta da banda formada pelo excelente baixista, o debulhador Matt Camacho, que ao lado do mais emergente baterista da cena pesada, Paul Bostaph (atual Slayer), em um trabalho irrepreensível, se tratando de seu batismo de fogo na carreira, com linhas de bateria insanas, com bastante groove nos bumbos duplos, muita resistência e força, elevando ainda mais a excelência da banda. Finalizando este time de craques do thrash metal, temos o excepcional vocalista Russ Anderson, que mescla com naturalidade e domínio as linhas agressivas com punch descomunal, bastante malícia e sarcasmo, e alguns dos melhores agudos de que se tem notícia. The demon screams from hell, Forbidden Evil.

Tracklist:
Chalice of Blood, Off the Edge, Through the Eyes of Glass, Forbidden Evil, March Into Fire,
Fell no Pain, As Good As Dead, Follow Me.

SEPULTURA – BENEATH THE REMAINS (1989)

Após toda a repercussão positiva causada pelo álbum anterior Schizophrenia, em que a banda deu um salto de qualidade, conseguindo uma grande base de fans no território nacional, e praticamente mensurando musicalmente o próximo passo, de abrir as fronteiras internacionais para o metal brasileiro. Esse é o ponto crucial da resenha, onde foi determinado através da coragem da banda em viajar para os EUA, sob a figura de Max Cavalera (Guitarra Base e Vocal) levando em mãos, vinis do Schizophrenia e fitas k7 demo desse novo material, para tentar a sorte em conseguir um contrato melhor com alguma gravadora de metal, onde a emergente Roadrunner Records que tinha no cast novos talentos como Sacred Reich e Obituary, foi a grande responsável por tal mudança de estações, e abraçou a causa, oferecendo um orçamento de $14.000 dólares para a banda produzir o álbum, além de suporte para a primeira aparição internacional do Sepultura, que viria a acontecer como banda de abertura, na primeira turnê européia com o Sodom, banda alemã de thrash metal, divulgando seu ótimo álbum Agent Orange. Beneath the Remains foi gravado no Rio de Janeiro, e mixado e masterizado na Flórida sob o comando de Scott Burns (Morbid Angel, Death e Obituary), que praticamente moldou e definiu os padrões sonoros da nova cena death metal americana. Sendo um dos maiores clássicos, senão o maior do metal nacional gravado no Brasil, comete-se a heresia de se destacar algumas pérolas, como: Beneath the Remains, Innerself (um dos maiores clássicos da banda e primeiro videoclipe), Mass Hypnosis (com seu memorável solo melódico de guitarra), Sarcastic Existence e Slaves of Pain. Beneath the Remains tornou o Sepultura uma realidade na cena mundial do metal.

Tracklist:
Beneath the Remains, Innerself, Stronger than Hate, Mass Hypnosis, Sarcastic Existence,
Slaves of Pain, Lobotomy e Primitive Future.

EXODUS – FABULOUS DISASTER (1989)

No ápice mágico do movimento thrash americano (1988-1990), com os melhores álbuns de thrash metal eclodindo e bombando em todas as praças, o Exodus lança o seu terceiro álbum com sua formação consolidada e fortalecida, com o extraordinário frontman Zetro Souza, que já exercera papel de destaque no play anterior, seu disco de estréia , o também clássico Pleasures of the Flesh, contribuindo com 70% das composições em parceria sempre com o gênio Gary Holt (Guitarrista), onde já desenvolveram algumas clássicas como Till Death Do Us Part, Parasite, Faster than You;ll Ever Live to Be e Chemi Kill, que serviram como base para Fabulous Disaster, que tem uma produção melhor que o anterior, com uma sonoridade mais cheia, soando muito mais pesado e agressivo. O momento de maior destaque e que simboliza perfeitamente a cena thrash metal dos anos 80, sendo um dos maiores hits da banda pós Bonded by Blood, estamos falando de Toxic Waltz, que foi fielmente representada visualmente através do primeiro videoclipe do Exodus, diga-se de passagem, com as melhores imagens de um show de thrash metal, contextualizando a interação hipnótica entre fans e banda, que já caminhava para um grande contrato com a grande gravadora Capitol Records. Além da faixa anterior, há de se destacar: The Last Act of Defiance, Fabulous Disaster e Like Father Like Son.

Tracklist:
The Last Act of Defiance, Fabulous Disaster, The Toxic Waltz, Low Rider, Cajun Hell, Like
Father Like Son, Corruption, Verbal Razors, Open Season, Overdose.

 

E ai, gostou de nossa lista? Fique ligado que em breve teremos a continuação deste post com os 35 melhores albuns da historia do Thrash Metal!

 

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